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Velozes e Furiosos 5: Operação Rio

Todos sabemos que nossa “Cidade Maravilhosa” está em Vogue. Com jogos panamericanos, copa do mundo, olimpíadas e alguns filmes como, Cidade de Deus, Hulk, Os Mercenários,  Tropa de Elite e a recente animação do diretor brasileiro Carlos Saldanha, Rio, ajudaram muito a colocar nossa cidade em destaque! Velozes e Furiosos 5: Operação Rio, Vem para engrossar esse caldo e dar mais destaque ainda, para um Rio de Janeiro corrupto, violento e ainda assim, maravilhoso de se explorar!
A fita começa exatamente onde a anterior acabou, quanto o  Dom Toretto (Vin Diesel) é resgatado por  O’Conner (Paul Walker) e Mia (Jordana Brewster), que ficam em fuga até chegar nas terras brasucas. Chegando ao Rio de Janeiro e em busca de liberdade, eles tentaram roubar o maior chefão da cidade, Hernan Reis (Joaquim de Almeida) que tem toda a força policial do Rio em suas mãos.
Para conseguirem executar tal façanha, o trio começa a  resgatar velhos “conhecidos” do Toretto. Porém, Além da equipe que o Toretto reuni, tambem chega ao Brasil o agente federal Hobbs (Dwayne “The Rock” Johnson), que foi enviado para capturar o Toretto e sua gangue, que estão sendo procurados por “assassinatos” no Rio de Janeiro.
Velozes 5  Vem com uma proposta diferente, deixa de lado o mundo dos carros possantes e rachas ilegais, para um roteiro um pouco mais profundo e dinâmico. Neste ponto, acho que o diretor Justin Lin acertou em cheio, após 4 filmes com a mesma temática, corridas, tiros, corridas, acidentes e corridas, estava na hora de inovar. E neste ponto ele acerta! Tira de campo o excesso de corridas sem sentido, e põe uma trama um pouco mais amarrada, onde o grupo de Toretto tem de arquitetar um plano perfeito (que muito me lembra “Onze Homes e Um Segredo”), onde eles devem roubar um cofre de 20 toneladas do QG da policia do Rio de janeiro e ainda assim, fugir do agente Hobbs (The Rock) que está na cola deles.O longa tem seus pontos fortes e o personagem do The Rock é um deles. O agente Federal Hobbs é muito confiante, soberbo e totalmente estereotipado, assim como todos os agentes que vimos em filmes com federais e fará de tudo, para ter em mãos o Toretto!
Mas o Justin Lin peca em alguns pontos. Somente em poucas cenas é mostrado o Rio como de fato um cartão postal. Mesmo o título do longa levando o nome da nossa cidade, grande parte do filme foi filmada em Porto Rico. Também incomoda um pouco, o fato da polícia militar do Rio de Janeiro, não ter um helicoptero para ajudar na perseguição implacável que se dá pelas ruas do centro da cidade. E o fato do nosso brucutu Mór (o agente Hobbs), falar que com excessao de sua interprete (Elsa Pataky no papel da policial Elena Neves), todos os policiais do Rio de Janeiro são corruptíveis. Mas, nada disso atrapalha o desempenho do longa, afinal de contas, esse é um filme feito por americanos, para americanos. E se essa é a visão deles, a culpa é totalmente nossa, que mostramos essa realidade em filmes como Tropa de Elite, Central do Brasil e Cidade de Deus, que foram as películas brasileiras com mais visibilidade no mundo. Agora, o que realmente me incomodou como expectador, foi a dublagem avacalhada de novela mexicana. A cada frase dita pelos comparsas do Reis, eu me contorcia na cadeira. Não entendi o motivo de tal dublagem, se não foi para sacanear, eu não sei. Me sentia assistindo um episódio do seriado de comédia Casseta & Planeta, com aqueles policiais Fucker and Sucker. Simplesmente ridículo.
Mas fora isso, desligue seu cérebro, compre um balde de pipoca, um litro de refrigerante e vá assistir o melhor episódio da franquia de velozes e  furiosos, que vem com um designer diferente, mais arrojado, com 16 cavalos de potência, um humor fora do cotidiano e um roteiro que no mínimo, brinca com a nossa inteligencia!
Sem medo de inovar, Velozes e Furiosos leva nota 8 por dois motivos: Apesar do Justin Lin querer reinventar a franquia, senti falta de pelo menos uma corrida empolgante, que sempre foi o “carro chefe” da franquia. E o segundo ponto perde pela dublagem ridícula que realmente incomodou, não somente a mim, mas, a muitos expectadores. Mas é um filme que mesmo com os seus defeitos, consegue divertir e entreter, ou seja, alcança o objetivo e supera os meus, com uma cena pós créditos, que esta descrita logo abaixo, então, se não quiser SPOILLER, pare por aqui!

Mas se voce é curioso como eu e quer saber, selecione com o ponteiro do mouse o espaço em branco logo abaixo!

O pós créditos começa com o agente Hobbs, na polícia, sentado em sua mesa, até que a EVA MENDES, chega com um dossie para que o Hobbs veja. Ele passa a vista no documento e pergunta se é sobre o Toretto. Ela diz que não, mas pedi que ele continue dando uma olhada no dossiê, até que mostra uma foto de nada mais, nada menos que a MICHELLE RODRIGUEZ, viva e em ação! A cena termina com a Eva Mendes perguntando: Voce acredita em fantasmas? Eu não somente acredito em fantasmas como ja estou muito empolgado para o Velozes e Furiosos 6, que ainda não tem previsão de estréia.

Por Favor, comente! Seu comentário, é o meu salário!

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Publicado por em 17/05/2011 em Crítica

 

THOR

Antes de mais nada, gostaria de deixar claro duas coisas. Não conheço o personagem Thor dos quadrinhos, tão logo, minha opinião aqui refere-se a um filme de herói, não uma adaptação das histórias em quadrinhos. Eu vi o filme duas vezes: A primeira assisti uma cópia em 3D legendado, no cinema X. Dois dias depois, assisti uma cópia em 2D legendado, no cinema Y. Não sei se foi a qualidade dos cinemas em questão mas, pelos deuses, quem tiver a oportunidade de assistir em 3D, assim o faça. Na minha humilde opinião, a cópia em 2D não empolga nem de longe, como a cópia em 3D. Agora com tudo esclarecido, vamos a minha análise do filme!


O longa nos apresenta Thor (Chris Hemsworth), um valente guerreiro, próximo da linha de sucessão do trono de Asgard. Odin (Anthony Hopkins), Deus dos deuses e pai de Thor, esta prestes a coroá-lo rei. Mas em meio a coroação, Odin percebe a invasão de um antigo inimigo e Thor, futuro rei de Asgard, se mostra orgulhoso, prepotente e soberbo diante do problema. Adjetivos que mostram a Odin, que Thor não está pronto para ocupar o trono. Thor, diante da ira de seu pai, questiona seus feitos e seu reinado, fazendo com que Odin, tire todo o poder conferido a seu filho, e expulsando de Asgard, banindo-o  para a Terra.


Nesses primeiros minutos de apresentação do nosso héroi, o filme se mostra impecável quando se trata de efeitos visuais e especiais. A disposição das câmeras nas cenas de batalhas, dão uma impressão de que vc, de fato, é um espectador de uma cena épica!  


Já na Terra, Thor é encontrado pela Dra Jane Foster (Natalie Portman), uma astrofísica que busca respostas para alguns fenômenos que vêm ocorrendo no Novo México. É impressionante a química que estes dois atores tiveram ao contracenar, pois não há dúvidas em que Thor, o deus do trovão, ficou apaixonado pela pequena Jude Foster! Os olhares que a Dra dava para o grandalhão, me remeteu ao meu colegial, onde as paixões sempre foram tão verdadeiras. E de fato, é exatamente esta idéia que a  Natalie Portman, passa para o espectador, de que a Jude Foster esta completamente apaixonada pelo grandalhão maluco, que diz ser o deus do trovão!


Não vou contar muito mais sobre o filme, pois não quero estragar a a sessão de ninguém, mas, quero salientar que o Loki (Tom Hiddleston), irmão do Thor e grande vilão do filme, praticamente rouba a cena com sua atuação perfeita, dosando cuidadosamente a inveja que sente pelo irmão, com o respeito que sente pelo pai. 


Na minha humilde opinião, o longa peca somente no excesso de piadas. Não acho que precisava disto e ao meu ver, o excesso torna-se apelativo e nada que é apelativo fica natural.


Para encerrar esse post, devo falar que A escolha do diretor Kenneth Branagh , (Hamlet) não poderia ter sido melhor, pois ele consegue transpor toda a magia de Asgard, misturada a ira e frustração de Odin e a saga de Thor, que deve se mostrar um guerreiro honrado para para reaver seu Mjölnir (o seu martelo que lhe da a força do deus do trovão). E antes que alguém comente alguma coisa, que não falei nada sobre a atuação do Anthony Hopkins… Na boa, precisa falar de alguma atuação d’O Cara??? rs


Enfim, Termino esse post dizendo a voces, sem medo de ser apedrejado virtualmente que, este é sem sombra de dúvidas o melhor filme de héroi ja feito até então! Pelo menos, dentro do universo Marvel. E vou confessar uma coisa, eu assumir que um filme é melhor que homem aranha (sei que é uma merda, mas eu sou fã incondicional do herói desde muito pequeno), é porque o filme realemente é bom!! 


E pelo amor de todos os deuses de todas as mitologias, não saiam do cinema antes de terminar todos os creditos, existe uma cena final, que liga Thor, a algum outro filme. Será que alguém adivinha???


Minha nota final, Thor leva 9 pelo fato de tentar ser demasiadamente cômico. Mas, 9 é uma boa nota, não?

 
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Publicado por em 04/05/2011 em Crítica